sexta-feira, 12 de abril de 2013

Gatos ...


Via Procure 1 Amigo


quinta-feira, 11 de abril de 2013

Quando minha vida ganhou Nexus ...


Quem acompanha o blog conhece CIBIcletinha, minha bike urbana. É uma Caloi Poti, vermelha, enorme, fechativa, a minha cara. Quando fui comprar minha bike, queria uma bicicleta com bagageiro, cesta, charmosa, feminina e com marcha. A Poti tinha tudo isso, menos marcha. Como me apaixonei por ela, a ausência de marchas seria superável, até porque Aracaju é uma cidade plana, com poucas ladeiras e subidas.



E assim foi até o fim do ano passado. Conversando com o mecânico de bikes, Rewris Vilela, ele me falou sobre os cubos de marcha interna que a Shimano tinha lançado, ideais para bikes urbanas. Ah, cubo é aquele miolo da roda da bicicleta. 



Então, a Shimano lançou uma linha de cubos de marcha interna, o Nexus, com 3, 8 e 11 velocidades (Nexus Inter-3, Nexus Inter-8 e Alfine 11). Rewris explicou que tudo funciona como se fosse uma caixa de marchas de um carro. Para a bicicleta urbana, ele é perfeito. “Como é fechado, não recebe muita sujeira, como areia, água, lama. A manutenção é mínima, bem como o risco de problemas que te deixariam na mão”, explicou Rewris. 



Colocamos em CIBIcletinha o Nexus Inter-3, com três velocidade. Pela quantidade de marchas, pode parecer pouco, mas a diferença foi enorme. A marcha 1 é a levinha, ideal para subidas (encaro algumas na minha rotina). As marchas 2 e 3 são de velocidade, sendo que a 2 é mais leve do que a catraca original da Poti, mas imprime praticamente a mesma velocidade. 



Nem preciso dizer que minha vida mudou, néan?! #sóamor Todo mundo que deu uma voltinha em CIBIcletinha antes e depois do Nexus curtiu a novidade. Mas admito que fiquei mais preguiçosa: qualquer coisa, já mudo para a marcha 1 ... O preço pode parecer um pouco salgado, mas vale cada centavo do investimento.

Outra vantagem é que você pode trocar a marcha sem precisar girar o pedivela. Às vezes, a gente para no sinal e esquece de trocar para uma marcha mais leve para a hora da saída. Com o Nexus, é só girar para a marcha que você quer, mesmo parado.

Ah, esta é Sushi, minha mountain bike, que será assunto em um outro post ...




quarta-feira, 10 de abril de 2013

Esmalte ganhou status de acessório


Matéria que escrevi para o Portal F5 News, em 28/03/2013 

Até há uns cincos anos atrás, falar em ‘pintar as unhas’ era pensar apenas em cores como rosa, renda ou café. Preto e vermelho já eram consideradas uma extravagância. O que vemos no mundo da moda é uma verdadeira conquista de mercado destes frasquinhos de cerca de 9ml.

‘Pintar as unhas’ é coisa do passado. Hoje, você esmalta suas unhas e existem várias técnicas, cores e acessórios para isso. O rosinha, o renda e o café cederam espaço para uma imensa tabela de cores, passando por uma infinidade de verdes, amarelos, azuis, entre outras.

Tem esmalte fosco, de alta cintilância, 3D, HD, holográfico, duo chrome ... O pincel do frasquinho não é mais suficiente e as manicures têm agora um brush roll (porta pincéis) com uma série de equipamentos de inúmeros formatos e tamanhos para os mais diversos efeitos. Material para aplicação, como pelúcia, cristais swarovsky e olhinhos, compõem inúmeros desenhos.

Tudo isso faz parte do mundo da nail art, ou arte nas unhas. As unhas, naturais ou postiças, se transformam em uma verdadeira tela para o profissional, que vira um mix de manicure e artista plástico. É o caso do profissional de beleza Marlon Gomes (foto ao lado). Ele tem 19 anos e desde os 15 trabalha com unhas e moda no salão de beleza da mãe.

Ele fez o curso de manicure e é autodidata em nail art. “Estou sempre pesquisando e estudando sobre o assunto. Não paro nunca e estou sempre antenado no que é tendência no mundo da moda”, disse Marlon.

Ele começou na nail art pela curiosidade. Aprendeu e hoje deixa o talento transbordar. “Eu sempre converso com a cliente para saber exatamente o que ela quer. Vou fazendo o desenho no papel até chegar ao que a cliente quer e só então partimos para as unhas”, explicou.

Para ele, as aracajuanas ainda são um pouco conservadoras nas unhas. “A nail art ainda é considerada uma extravagância”, disse. O perfil das clientes é bem variado. “São mulheres de diversas profissões, idades e classes sociais”, descreveu. Para ele, o preço também acaba sendo uma barreira. A manicure simples custa vinte reais. Com nail art, o preço varia de trinta a quarenta reais, dependendo do grau de dificuldade do trabalho.

Para ele, o contexto favorece esta diversidade. “São muitas cores, texturas, efeitos. Tudo isso acaba atendendo aos gostos das diversas mulheres, que estão cada vez mais vaidosas”, disse, acrescentando que a tendência para o outono-inverno é o cobre.



terça-feira, 9 de abril de 2013

Palestra Tendências da Moda




quinta-feira, 4 de abril de 2013

Dicas de maquiagem ...


... com Rafinha Bastos




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