quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Cabelo, cabeleira
09:00 | Postado por
Elisângela Valença |
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O último fim de semana foi de coisas novas. Meu pai colou grau e eu estou de cabelo novo.
Sim, mexi no cabelo de novo. Quer dizer, Joe, meu anjo capilar mexeu no meu cabelo. Ele neutralizou o vermelho com um tom castanho e fez uma escova inteligente. Estou curtindo muito meu cabelo.
Na missa, usei este look. Vestido Citwar, by Ana Flor; sapatos Via Uno; clutch Simply Vera Vera Wang; colar, pulseira e brincos, Lenna Lis
E a minha irmã, a piriguete, usou este. Vestido Anne Kanner, Riachuelo; sandálias Zatz; acessórios, Lenna Lis
Sim, mexi no cabelo de novo. Quer dizer, Joe, meu anjo capilar mexeu no meu cabelo. Ele neutralizou o vermelho com um tom castanho e fez uma escova inteligente. Estou curtindo muito meu cabelo.
Na missa, usei este look. Vestido Citwar, by Ana Flor; sapatos Via Uno; clutch Simply Vera Vera Wang; colar, pulseira e brincos, Lenna Lis
E a minha irmã, a piriguete, usou este. Vestido Anne Kanner, Riachuelo; sandálias Zatz; acessórios, Lenna Lis
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Twiggy + HD
09:00 | Postado por
Elisângela Valença |
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Outro dia, comentei aqui que, com a cobertura fosca, tenho o dobro de esmaltes. E minha irmã resolveu que, com a cobertura brilhante, temos muito mais esmaltes. Ela não curtiu muito os esmaltes foscos (o que eu acho um absurdo!), então, como ela é apaixonada pelo Twiggy e pelo Pop, da coleção Pop4you, da Risqué.
No final de semana, para a colação de grau de meu papis, usei o Twiggy (que eu amo) para a missa. Esse esmalte é muito maravilhoso!
Na colação, resolvi entrar na onda de minha irmã e usei o Modelite HD, cor L-25, em cima do Twiggy. Não é que ficou bonito?!
No final de semana, para a colação de grau de meu papis, usei o Twiggy (que eu amo) para a missa. Esse esmalte é muito maravilhoso!
Na colação, resolvi entrar na onda de minha irmã e usei o Modelite HD, cor L-25, em cima do Twiggy. Não é que ficou bonito?!
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
CAMPANHA SALARIAL
18:43 | Postado por
Elisângela Valença |
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Em assembleia, jornalistas discutirão pauta de reivindicações da categoria
Nesta quinta-feira, 10/2, às 19 horas, os jornalistas sergipanos se reúnem, em assembleia geral na sede da CUT/SE, para discutir a elaboração da pauta de reivindicações da categoria para a Campanha Salarial 2011/2012. O objetivo é fechar a pauta e apresentar ao sindicato patronal até o final de fevereiro, esperando que as discussões transcorram até o final de abril, para que na data-base dos jornalistas, 1º de maio, haja alguma proposta com avanços para a categoria e a convenção coletiva possa ser assinada.
“Todos os anos, entregamos a nossa pauta ainda no mês de fevereiro com a perspectiva de que as negociações se iniciem logo e possamos fechar a campanha ainda na nossa data-base. Mas negociar com o patronato é sempre muito difícil e o que temos visto é que as discussões acabam se estendendo demais. Vamos torcer para que, este ano, isso não ocorra novamente”, explica a vice-presidente do Sindijor, Carol Rejane.
Para a pauta deste ano, o Sindicato pretende reapresentar propostas que vêm sendo colocadas na mesa de negociação todos os anos, mas que encontra resistência por parte dos patrões, como aumento do percentual a ser pago pelas horas extraordinárias, auxílio-refeição, controle eletrônico ou digital da jornada de trabalho, pagamento de salário sobre trabalho com exclusividade, entre outras.
“Mas também estaremos ouvindo a categoria para recolher outras sugestões para ampliar a pauta a ser apresentada ao sindicato patronal”, enfatiza Carol.
A sede da CUT/SE fica na rua Porto da Folha, 1039, no bairro Cirurgia, próximo ao jornal Cinform.
Nesta quinta-feira, 10/2, às 19 horas, os jornalistas sergipanos se reúnem, em assembleia geral na sede da CUT/SE, para discutir a elaboração da pauta de reivindicações da categoria para a Campanha Salarial 2011/2012. O objetivo é fechar a pauta e apresentar ao sindicato patronal até o final de fevereiro, esperando que as discussões transcorram até o final de abril, para que na data-base dos jornalistas, 1º de maio, haja alguma proposta com avanços para a categoria e a convenção coletiva possa ser assinada.
“Todos os anos, entregamos a nossa pauta ainda no mês de fevereiro com a perspectiva de que as negociações se iniciem logo e possamos fechar a campanha ainda na nossa data-base. Mas negociar com o patronato é sempre muito difícil e o que temos visto é que as discussões acabam se estendendo demais. Vamos torcer para que, este ano, isso não ocorra novamente”, explica a vice-presidente do Sindijor, Carol Rejane.
Para a pauta deste ano, o Sindicato pretende reapresentar propostas que vêm sendo colocadas na mesa de negociação todos os anos, mas que encontra resistência por parte dos patrões, como aumento do percentual a ser pago pelas horas extraordinárias, auxílio-refeição, controle eletrônico ou digital da jornada de trabalho, pagamento de salário sobre trabalho com exclusividade, entre outras.
“Mas também estaremos ouvindo a categoria para recolher outras sugestões para ampliar a pauta a ser apresentada ao sindicato patronal”, enfatiza Carol.
A sede da CUT/SE fica na rua Porto da Folha, 1039, no bairro Cirurgia, próximo ao jornal Cinform.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
A escuridão, o caruru e a função social (um pouco de intimidade)
21:42 | Postado por
Elisângela Valença |
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No final da noite do dia 3, oito Estados do Nordeste ficaram cerca de três horas sem energia elétrica. Serviços básicos, como sinalização de cruzamentos e hospitais, tiveram o funcionamento prejudicado, o que atingiu a população. Em Sergipe, uma mulher morreu salvando os dois filhos pequenos quando a casa pegou fogo por causa de uma vela.
Apesar destas notícias tristes, o escuro tem uma função social. É nele, nos cinemas, que muitos namoros começam. É durante um blackout que vizinhos se aproximam. O que achei engraçadíssima foi a quantidade de gente que simplesmente foi pra portaria do condomínio no apagão. Vizinhos que dificilmente você vê (ok, estava escuro, continuou difícil de ver), estavam lá na portaria, com outros vizinhos que nunca haviam se visto. Hoje, eles passam, se cumprimentam, batem papo ... (Já notou que todo mundo apaga a luz para dormir, mas, quando falta energia, ninguém dorme?)
Quem também tem a função social de aproximar pessoas é o caruru. Sim, aquele prato que ou você ama, ou você odeia, feito com quiabo, camarão, castanha, amendoim ... hum, uma delícia. Ele tem uma função familiar incrível porque o troço dá um trabalho do inferno e não rola de alguém fazer sozinho. É tanto trabalho que é um prato que não dá para fazer pouco, tem que fazer um panelão, coisa de, no mínimo, uns duzentos quiabos.
Pelo menos, lá em casa, é assim. Desde pequena, quando tem festa na família, a tropa se reúne pelo menos um dia antes para começar. Sim, tem que ser no mínimo um dia antes, porque você tem que cortar os quiabos em rodelas finas, tirar a cabeça do camarão, descascar (o corpo e a cabeça e não pode deixar casca, rabo e perninhas; imagina limpar dois, três quilos de camarão?), cortar tomate, cebola, coentro, cebolinha ..., dar um primeiro cozimento, passar umas paradas no liquidificador, cozinhar de novo ...
Fazer caruru lá em casa é sinal de farra em família. Como foi na noite do apagão, quando estávamos fazendo caruru para a colação de grau de meu papis. É, aos 64 anos de idade, ele se formou em Ciências Contábeis (ele largou a faculdade quando eu era criança; aos 60 anos, passou no vestibular em 3º lugar e terminou o curso com uma das melhores notas da turma no Trabalho de Conclusão de Curso - TCC). Desta vez, não contamos com a presença de minha vóvis (que já foi pro céu), já reunimos muito mais gente (tias, primos ...), mas a farra foi garantida com muitas gargalhadas e luz de velas. Acho que é por isso que o caruru de minha mamis é tão gostoso.
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| Não dá para ver, mas sou eu e meu pai; mamis estava na cozinha em outra etapa |
Quem também tem a função social de aproximar pessoas é o caruru. Sim, aquele prato que ou você ama, ou você odeia, feito com quiabo, camarão, castanha, amendoim ... hum, uma delícia. Ele tem uma função familiar incrível porque o troço dá um trabalho do inferno e não rola de alguém fazer sozinho. É tanto trabalho que é um prato que não dá para fazer pouco, tem que fazer um panelão, coisa de, no mínimo, uns duzentos quiabos.
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| Minha irmã deu uma pausa nos quiabos para tirar foto |
Fazer caruru lá em casa é sinal de farra em família. Como foi na noite do apagão, quando estávamos fazendo caruru para a colação de grau de meu papis. É, aos 64 anos de idade, ele se formou em Ciências Contábeis (ele largou a faculdade quando eu era criança; aos 60 anos, passou no vestibular em 3º lugar e terminou o curso com uma das melhores notas da turma no Trabalho de Conclusão de Curso - TCC). Desta vez, não contamos com a presença de minha vóvis (que já foi pro céu), já reunimos muito mais gente (tias, primos ...), mas a farra foi garantida com muitas gargalhadas e luz de velas. Acho que é por isso que o caruru de minha mamis é tão gostoso.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
As minhas Cajuranas
09:00 | Postado por
Elisângela Valença |
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Muita gente já ouviu falar no Pré-caju, umas das maiores prévias carnavalescas do Brasil. A festa vira uma verdadeira cadeia produtiva no Estado. Comércio, turismo, entre outros setores, se envolvem, direta ou indiretamente, devido ao fluxo de cerca de quatrocentas mil pessoas por noite de festa.
O combustível para esta gente toda? Axé e cerveja, duas coisas que eu adoro. NOT! E o que eu tenho com isso? Eu estive lá, minha gente, nas quatro noites. Fazendo o que? Trabalhando. O Pré-caju tem vinte anos e eu trabalho na cobertura da festa há dez. Este ano, estava mega feliz que não ia trabalhar até que minha chefinha da Verscom virou pra mim e disse “Vamos sair com uma revista no Pré-caju”. E lá fui eu, mais uma vez, cobrir o Pré-caju. Eu sempre curti trabalhar na festa, mas este ano eu não estava com a mínima disposição. Mas a revista Mais Edição Pré-caju está linda e entra em circulação na próxima semana.
Uma coisa muito legal no Pré-caju é o bloco Cajuranas (fiz uma matéria sobre sobre o bloco em 2009, quando trabalhei para a Infonet). São milhares de homens que saem montados vestidos de mulher. A folia começa de manhã, pelas ruas da cidade. Vários grupos se reúnem cedo para se montar arrumar e, claro, encher a cara. Saem pelas ruas em grupos até o circuito da festa, brincando com as pessoas.
As cônjuges dasmoças cajuranas não curtem muito a ideia. Vocês sabem, né, homem bêbado e em grupo só dá merda. Se seu bofe quer ir nas Cajuranas, deixe sob a seguinte condição: “se você for nas cordas, eu acabo com seu carro”. As moças cajuranas que vão nas cordas vão beijando a mulherada em todo o percurso.
Maquiei três delas cajuranas, que este ano saíram de Minnie Mouse. Como a transformação era apenas uma brincadeira de uma noite, não mexi nas sobrancelhas. A maquiagem foi bem extravagante e colorida. Nada a ver com a personagem, bem como a roupa que fizeram para o bloco.
Aquiles, Cleber e Givaldo tiveram tudo que a maquiagem tem direito: primer, cílios postiços, cores, fixador... tudo para segurar a maquiagem para o percurso de quatro quilômetros, feito aos pulos e requebros, à base de muito álcool, ao som de Flavinho e os Barões (sim, aquele da música da gordinha). Encontrei os meninos já no Corredor da Folia, no último quilômetro do percurso, e ainda estavam com a maquiagem inteira! Eu arraso! Kkk Resultado: clientes satisfeitos.
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| Aquiles |
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| Cleber e Leila, a esposa sangue frio |
As cônjuges das
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| Givaldo |
Aquiles, Cleber e Givaldo tiveram tudo que a maquiagem tem direito: primer, cílios postiços, cores, fixador... tudo para segurar a maquiagem para o percurso de quatro quilômetros, feito aos pulos e requebros, à base de muito álcool, ao som de Flavinho e os Barões (sim, aquele da música da gordinha). Encontrei os meninos já no Corredor da Folia, no último quilômetro do percurso, e ainda estavam com a maquiagem inteira! Eu arraso! Kkk Resultado: clientes satisfeitos.
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