sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Novidade: Boutique das Unhas no Jardins

E as esmaltólatras de plantão já tem mais um point para comprar esmaltes em Aracaju. Foi inaugurada, dia 28 de janeiro, no Shopping Jardins, a Boutique das Unhas.

O Abalando na Moda, com a “correspondente especial para esmaltes” Kérow, passou por lá para conferir a novidade (valeu, Leila, pelo toque). É um quiosque simples, mas bem arrumado, em frente à loja Nagem.

Numa rápida conversa com proprietária da loja, Cândida, descobrimos que a iniciativa de abrir um negócio nesse ramo surgiu numa viagem a São Paulo. “Vi numa feira e achei a ideia legal. Então, junto com minha família, que tem comércio, fizemos uma pesquisa e abrimos a Boutique das Unhas”, disse Cândida, que é estudante de Medicina. Ela conta com a ajuda da mãe e da irmã, que faz as pesquisas sobre os lançamentos.

Lá, você encontra as marcas, Impala, Risqué, Colorama, Ana Hickmann, Argento, Eliana, Hits Specialitá e Dote. Destaque para estas duas últimas. A coleção da novela TiTiTi (Hits) não tinha chegado ainda na cidade. No caso da Dote, a novidade fica por conta dos esmaltes by Simone Nunes (lançada no primeiro semestre de 2010 e só agora apareceu na capital sergipana).

Além dos esmaltes, podemos encontrar também produtos para o trato das unhas e unhas postiças. Os preços são razoáveis (shopping...). E, para entender o que é o verão no Nordeste, uma das grandes vantagens da Boutique das Unhas para a clientela é o ar-condicionado.

Nota da editora: Aproveite a temperatura amena e vá conferir as novidades, como uma canetinha babadeira da OPI. Como passei voando por lá (Carol foi que ficou mais tempo), não entendi exatamente o que faz, mas sei que é babado. Prometo trazer informações rapidamente.


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Cabelo, cabeleira

O último fim de semana foi de coisas novas. Meu pai colou grau e eu estou de cabelo novo.



Sim, mexi no cabelo de novo. Quer dizer, Joe, meu anjo capilar mexeu no meu cabelo. Ele neutralizou o vermelho com um tom castanho e fez uma escova inteligente. Estou curtindo muito meu cabelo.



Na missa, usei este look. Vestido Citwar, by Ana Flor; sapatos Via Uno; clutch Simply Vera Vera Wang; colar, pulseira e brincos, Lenna Lis



E a minha irmã, a piriguete, usou este. Vestido Anne Kanner, Riachuelo; sandálias Zatz; acessórios, Lenna Lis



quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Twiggy + HD

Outro dia, comentei aqui que, com a cobertura fosca, tenho o dobro de esmaltes. E minha irmã resolveu que, com a cobertura brilhante, temos muito mais esmaltes. Ela não curtiu muito os esmaltes foscos (o que eu acho um absurdo!), então, como ela é apaixonada pelo Twiggy e pelo Pop, da coleção Pop4you, da Risqué.

No final de semana, para a colação de grau de meu papis, usei o Twiggy (que eu amo) para a missa. Esse esmalte é muito maravilhoso!



Na colação, resolvi entrar na onda de minha irmã e usei o Modelite HD, cor L-25, em cima do Twiggy. Não é que ficou bonito?!



terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

CAMPANHA SALARIAL

Em assembleia, jornalistas discutirão pauta de reivindicações da categoria

Nesta quinta-feira, 10/2, às 19 horas, os jornalistas sergipanos se reúnem, em assembleia geral na sede da CUT/SE, para discutir a elaboração da pauta de reivindicações da categoria para a Campanha Salarial 2011/2012. O objetivo é fechar a pauta e apresentar ao sindicato patronal até o final de fevereiro, esperando que as discussões transcorram até o final de abril, para que na data-base dos jornalistas, 1º de maio, haja alguma proposta com avanços para a categoria e a convenção coletiva possa ser assinada.

“Todos os anos, entregamos a nossa pauta ainda no mês de fevereiro com a perspectiva de que as negociações se iniciem logo e possamos fechar a campanha ainda na nossa data-base. Mas negociar com o patronato é sempre muito difícil e o que temos visto é que as discussões acabam se estendendo demais. Vamos torcer para que, este ano, isso não ocorra novamente”, explica a vice-presidente do Sindijor, Carol Rejane.

Para a pauta deste ano, o Sindicato pretende reapresentar propostas que vêm sendo colocadas na mesa de negociação todos os anos, mas que encontra resistência por parte dos patrões, como aumento do percentual a ser pago pelas horas extraordinárias, auxílio-refeição, controle eletrônico ou digital da jornada de trabalho, pagamento de salário sobre trabalho com exclusividade, entre outras.

“Mas também estaremos ouvindo a categoria para recolher outras sugestões para ampliar a pauta a ser apresentada ao sindicato patronal”, enfatiza Carol.

A sede da CUT/SE fica na rua Porto da Folha, 1039, no bairro Cirurgia, próximo ao jornal Cinform.


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A escuridão, o caruru e a função social (um pouco de intimidade)

No final da noite do dia 3, oito Estados do Nordeste ficaram cerca de três horas sem energia elétrica. Serviços básicos, como sinalização de cruzamentos e hospitais, tiveram o funcionamento prejudicado, o que atingiu a população. Em Sergipe, uma mulher morreu salvando os dois filhos pequenos quando a casa pegou fogo por causa de uma vela.

Não dá para ver, mas sou eu e meu pai;
mamis estava na cozinha em outra etapa
Apesar destas notícias tristes, o escuro tem uma função social. É nele, nos cinemas, que muitos namoros começam. É durante um blackout que vizinhos se aproximam. O que achei engraçadíssima foi a quantidade de gente que simplesmente foi pra portaria do condomínio no apagão. Vizinhos que dificilmente você vê (ok, estava escuro, continuou difícil de ver), estavam lá na portaria, com outros vizinhos que nunca haviam se visto. Hoje, eles passam, se cumprimentam, batem papo ... (Já notou que todo mundo apaga a luz para dormir, mas, quando falta energia, ninguém dorme?)

Quem também tem a função social de aproximar pessoas é o caruru. Sim, aquele prato que ou você ama, ou você odeia, feito com quiabo, camarão, castanha, amendoim ... hum, uma delícia. Ele tem uma função familiar incrível porque o troço dá um trabalho do inferno e não rola de alguém fazer sozinho. É tanto trabalho que é um prato que não dá para fazer pouco, tem que fazer um panelão, coisa de, no mínimo, uns duzentos quiabos.

Minha irmã deu uma pausa nos
quiabos para tirar foto
Pelo menos, lá em casa, é assim. Desde pequena, quando tem festa na família, a tropa se reúne pelo menos um dia antes para começar. Sim, tem que ser no mínimo um dia antes, porque você tem que cortar os quiabos em rodelas finas, tirar a cabeça do camarão, descascar (o corpo e a cabeça e não pode deixar casca, rabo e perninhas; imagina limpar dois, três quilos de camarão?), cortar tomate, cebola, coentro, cebolinha ..., dar um primeiro cozimento, passar umas paradas no liquidificador, cozinhar de novo ...

Fazer caruru lá em casa é sinal de farra em família. Como foi na noite do apagão, quando estávamos fazendo caruru para a colação de grau de meu papis. É, aos 64 anos de idade, ele se formou em Ciências Contábeis (ele largou a faculdade quando eu era criança; aos 60 anos, passou no vestibular em 3º lugar e terminou o curso com uma das melhores notas da turma no Trabalho de Conclusão de Curso - TCC). Desta vez, não contamos com a presença de minha vóvis (que já foi pro céu), já reunimos muito mais gente (tias, primos ...), mas a farra foi garantida com muitas gargalhadas e luz de velas. Acho que é por isso que o caruru de minha mamis é tão gostoso.


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