terça-feira, 2 de agosto de 2011
Bicicletada é muito massa!
14:51 | Postado por
Elisângela Valença |
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No último domingo, aconteceu a edição do mês de julho da Bicicletada Aracaju. Foi a primeira vez que participei e achei demais! Pessoal muito animado e bem humorado (andam de bike, né?!), numa atividade saudável e democrática. Todo mundo pode participar. É só chegar com sua bicicleta.
CIBIcletinha fez o maior sucesso, todo mundo tirando foto, comentando da fechação. Não tinha como não notar uma bicicleta enorme, vermelha, com um cestão cheio de girassóis. kkkkkk Ah, a dica de colocar as flores foi de Luciano Aranha, mas acredito que ele não tenha imaginado algo tão ... tão ... tão!
Mas vamos às fotos:
Turma chegando no calçadão da 13 de Julho. Varias bikes, de vários modelos, vários preços e CIBIcletinha lá no meio, fazendo pose. Como disse, é uma atividade democrática. Você vai com a sua bike, com a roupa que você quiser, com o calçado que você quiser.
Saímos da 13 de Julho em direção ao Centro da cidade. Passamos pela avenida Augusto Maynard, uma das mais bonitas de Aracaju.
Fomos até os mercados municipais.
O Centro é também chamado de Centro Histórico e tem prédios antigos belíssimos que contam parte da história de Aracaju e de Sergipe.
Parada para foto na frente do Palácio-Museu Olímpio Campos.
Não sei o nome deste rapaz bonito que estava com uma bicicleta irada, mas olha que fofa a tatuagem dele!
A Bicicletada Aracaju vai acontecer todo último domingo do mês. Fique atento ao calendário. Tem mais fotos no blog da Bicicletada Aracaju.
CIBIcletinha fez o maior sucesso, todo mundo tirando foto, comentando da fechação. Não tinha como não notar uma bicicleta enorme, vermelha, com um cestão cheio de girassóis. kkkkkk Ah, a dica de colocar as flores foi de Luciano Aranha, mas acredito que ele não tenha imaginado algo tão ... tão ... tão!
Mas vamos às fotos:
Turma chegando no calçadão da 13 de Julho. Varias bikes, de vários modelos, vários preços e CIBIcletinha lá no meio, fazendo pose. Como disse, é uma atividade democrática. Você vai com a sua bike, com a roupa que você quiser, com o calçado que você quiser.
| Foto: L |
Saímos da 13 de Julho em direção ao Centro da cidade. Passamos pela avenida Augusto Maynard, uma das mais bonitas de Aracaju.
Fomos até os mercados municipais.
O Centro é também chamado de Centro Histórico e tem prédios antigos belíssimos que contam parte da história de Aracaju e de Sergipe.
Parada para foto na frente do Palácio-Museu Olímpio Campos.
Não sei o nome deste rapaz bonito que estava com uma bicicleta irada, mas olha que fofa a tatuagem dele!
A Bicicletada Aracaju vai acontecer todo último domingo do mês. Fique atento ao calendário. Tem mais fotos no blog da Bicicletada Aracaju.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Bike Chic
13:29 | Postado por
Elisângela Valença |
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Gente, não adianta. Todos se RENDE à bicicleta.
Até o Chic, da Gloria Kalil. Confere lá: DOSSIÊ BICICLETA
Outros links:
Alinne Moraes em O Astro com uma bike igual a minha http://t.co/p0qv3Bt (a minha http://t.co/z9QBuSM)
Bicicleta e moda estão cada vez mais conectadas; veja os vídeos http://j.mp/r242YU (via Eu vou de bike)
Na Marie Claire, cinco motivos para começar a pedalar – agora! http://j.mp/nMLzgi (via BikeDrops)
A edição do Mais Você de hoje http://glo.bo/njp9iU
Até o Chic, da Gloria Kalil. Confere lá: DOSSIÊ BICICLETA
Outros links:
Alinne Moraes em O Astro com uma bike igual a minha http://t.co/p0qv3Bt (a minha http://t.co/z9QBuSM)
Bicicleta e moda estão cada vez mais conectadas; veja os vídeos http://j.mp/r242YU (via Eu vou de bike)
Na Marie Claire, cinco motivos para começar a pedalar – agora! http://j.mp/nMLzgi (via BikeDrops)
A edição do Mais Você de hoje http://glo.bo/njp9iU
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Sombra amarela + blush rosa + boca vermelha
09:00 | Postado por
Elisângela Valença |
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Se você gosta de maquiagem não pode ter medo das cores. Acha que a combinação do título não é possível? Veja isso:
O que achou?
Gostou, né?! Então, vamos lá. Passo inicial, preparar a pele, desde limpeza, tonificação e hidratação, a primer, corretivo, base e pó.
No olho, usei uma sombra amarela e cintilante da minha paleta de 120 cores, Set #1, da Beauties Factory, em toda a pálpebra móvel até o côncavo. Como o espaço da pálpebra móvel da minha modelo é grande, fui apenas até o côncavo. Se fosse um pouco menor ou ficasse ‘escondida’ quando abrisse o olho (que é o meu caso), avançaria um pouquinho acima da linha do côncavo e simularia um novo côncavo.
Para marcar o côncavo, usei um sombra chumbo, a Indian Girl, da Sigma Makeup. Fiz o ‘v’ no canto externo e, bem de leve, fiz um traçado do canto interno até o centro do olho pelo côncavo. Fiz isso, como já disse, porque tive espaço. O desenho do olho da modelo me permitiu isso. É esse cuidado que temos que ter com tutoriais de maquiagem. Se o seu rosto se parece com o que aparece no tutorial, ótimo. Se os traçados são diferentes, a maquiagem não funciona. Compare e veja o que serve para você. Iluminei logo abaixo das sobrancelhas com um tom pérola da minha paleta Natureza, da Avon.
Usei lápis preto nos cílios inferiores, na linha d’água e na raiz dos cílios, e esfumei com a Indian Girl.
Depois muito (e muito) rímel preto. Você pode também optar por cílios postiços.
O blush foi um rosa, da The Color Workshop. E o batom, fiz uma misturinha bem leve. Apliquei uma leve camada do Vermelho 1, da Natura Una, e o Russian Red, da MAC. Fiz esta misturinha para fechar, de maneira bem suave, o Russian Red, porque a modelo, minha irmã, não curte batom super vermelho. Eu curto!
O que achou?
Gostou, né?! Então, vamos lá. Passo inicial, preparar a pele, desde limpeza, tonificação e hidratação, a primer, corretivo, base e pó.
No olho, usei uma sombra amarela e cintilante da minha paleta de 120 cores, Set #1, da Beauties Factory, em toda a pálpebra móvel até o côncavo. Como o espaço da pálpebra móvel da minha modelo é grande, fui apenas até o côncavo. Se fosse um pouco menor ou ficasse ‘escondida’ quando abrisse o olho (que é o meu caso), avançaria um pouquinho acima da linha do côncavo e simularia um novo côncavo.
| Na pálpebra móvel |
Para marcar o côncavo, usei um sombra chumbo, a Indian Girl, da Sigma Makeup. Fiz o ‘v’ no canto externo e, bem de leve, fiz um traçado do canto interno até o centro do olho pelo côncavo. Fiz isso, como já disse, porque tive espaço. O desenho do olho da modelo me permitiu isso. É esse cuidado que temos que ter com tutoriais de maquiagem. Se o seu rosto se parece com o que aparece no tutorial, ótimo. Se os traçados são diferentes, a maquiagem não funciona. Compare e veja o que serve para você. Iluminei logo abaixo das sobrancelhas com um tom pérola da minha paleta Natureza, da Avon.
| Para iluminar |
Usei lápis preto nos cílios inferiores, na linha d’água e na raiz dos cílios, e esfumei com a Indian Girl.
Depois muito (e muito) rímel preto. Você pode também optar por cílios postiços.
| O blush |
O blush foi um rosa, da The Color Workshop. E o batom, fiz uma misturinha bem leve. Apliquei uma leve camada do Vermelho 1, da Natura Una, e o Russian Red, da MAC. Fiz esta misturinha para fechar, de maneira bem suave, o Russian Red, porque a modelo, minha irmã, não curte batom super vermelho. Eu curto!
| O resultado |
| Linda, né?! |
quinta-feira, 21 de julho de 2011
(meu) Passeio ciclístico pró-ciclovias
09:00 | Postado por
Elisângela Valença |
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O título parece de redação da escola, né?! Kkkkkk bom, no último sábado, dia 16, aconteceu o Passeio Ciclístico Pró-ciclovias. Eu fui, mas cheguei atrasada porque meu papis ficou enrolando no “vô/não vô” e quando resolveu ir, já foi em cima da hora.
Saímos de casa já com 20 minutos de atraso do horário da concentração (marcada para as 14h30, nos arcos da orla de Atalaia) e ainda tivemos que parar para calibrar os pneus das bikes. No caminho, ainda encontramos seu Josué, que também saiu atrasado de casa.
Nosso percurso começou na Nova Saneamento e, ao chegar na 13 de Julho, optamos por pegar a ciclovia da Delmiro Gouveia para a Orla. A ciclovia da Beira Mar está em reforma. Se a gente tivesse optado por esta última rota, encontraria a trupe do passeio no caminho. Quando chegamos nos arcos, eles já tinham saído há uns 5 minutos e isso de bike dá um bom trecho de distância.
Como meu papis já estava cansando, disse que não sabia qual a rota do passeio e decidimos voltar para casa pela Beira Mar. Voltamos no ritmo dele curtindo nossa bela cidade, como fazíamos quando eu era criança. Todo domingo, saímos passeando de bicicleta, meu pai na barra forte, carregando minha irmã no quadro, meu irmão na BMX e eu na Cecizinha.
Bom, matei minha secura de estrear minha bike nova, que comprei dias antes, a Cibicletinha (em homenagem ao meu sobrinho de 4 anos, que vive cantando “Ela sai de saia, de CIBIcletinha”). É uma Caloi Poti vermelhíssima. Eu estava atrás de uma bike feminina, urbana, com cesta e bagageiro, já que vou usá-la para locomoção mesmo (trabalho, shopping, aqui, acolá...) e preciso carregar coisas (kit banho para o trabalho, compras...).
Lógico que eu queria uma bike com marchas, mas a única que achei na minha pesquisa nesta configuração era muito feia, tosca. Daí, me rendi à Poti. Não a tinha comprado antes porque só encontrava verde. Quando decidi comprá-la, por sorte, tinha chegado a vermelhona na loja.
Troquei a cesta original (muito pequena) por uma enorme, comprei tranca, capacete, elástico de prender coisas no bagageiro (que cabe minha maleta de maquiagem), ganhei espelhinho e sineta (daquelas que faz “trim-trim”, mas vou trocar porque é muito discreta). Minha mamis colocou as flores na cesta, que deu um charme a mais para a bicicleta.
A bike é uma delícia de andar, super confortável, atende minhas necessidade, linda, charmosa. Se você tem pensado em andar de bike, saiba que está na moda. Veja a Marie Claire.
O (mal) traçado em vermelho foi o percurso que a gente fez.
Ah, o Passeio Ciclístico Pró-ciclovias aconteceu sim. E foi lindo. E eu perdi. Mas ganhei uma tarde com meu papis. Bicicleta tem dessas coisas (lindas). Confira o vídeo.
Saímos de casa já com 20 minutos de atraso do horário da concentração (marcada para as 14h30, nos arcos da orla de Atalaia) e ainda tivemos que parar para calibrar os pneus das bikes. No caminho, ainda encontramos seu Josué, que também saiu atrasado de casa.
![]() |
| Seu Josué e meu papis |
Como meu papis já estava cansando, disse que não sabia qual a rota do passeio e decidimos voltar para casa pela Beira Mar. Voltamos no ritmo dele curtindo nossa bela cidade, como fazíamos quando eu era criança. Todo domingo, saímos passeando de bicicleta, meu pai na barra forte, carregando minha irmã no quadro, meu irmão na BMX e eu na Cecizinha.
Bom, matei minha secura de estrear minha bike nova, que comprei dias antes, a Cibicletinha (em homenagem ao meu sobrinho de 4 anos, que vive cantando “Ela sai de saia, de CIBIcletinha”). É uma Caloi Poti vermelhíssima. Eu estava atrás de uma bike feminina, urbana, com cesta e bagageiro, já que vou usá-la para locomoção mesmo (trabalho, shopping, aqui, acolá...) e preciso carregar coisas (kit banho para o trabalho, compras...).
Lógico que eu queria uma bike com marchas, mas a única que achei na minha pesquisa nesta configuração era muito feia, tosca. Daí, me rendi à Poti. Não a tinha comprado antes porque só encontrava verde. Quando decidi comprá-la, por sorte, tinha chegado a vermelhona na loja.
Troquei a cesta original (muito pequena) por uma enorme, comprei tranca, capacete, elástico de prender coisas no bagageiro (que cabe minha maleta de maquiagem), ganhei espelhinho e sineta (daquelas que faz “trim-trim”, mas vou trocar porque é muito discreta). Minha mamis colocou as flores na cesta, que deu um charme a mais para a bicicleta.
A bike é uma delícia de andar, super confortável, atende minhas necessidade, linda, charmosa. Se você tem pensado em andar de bike, saiba que está na moda. Veja a Marie Claire.
O (mal) traçado em vermelho foi o percurso que a gente fez.
Ah, o Passeio Ciclístico Pró-ciclovias aconteceu sim. E foi lindo. E eu perdi. Mas ganhei uma tarde com meu papis. Bicicleta tem dessas coisas (lindas). Confira o vídeo.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Feliz Dia do Amigo
03:29 | Postado por
Elisângela Valença |
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Como é que uma amizade começa? O que a faz durar? A gente que escolhe o amigo ou o amigo que escolhe a gente? Eu não vou responder a nenhuma destas perguntas. Não saberia como respondê-las. O que sei é que é bom demais ter amigos e está sempre na moda.
Amigo para rir com você e um do outro. Amigo para chorar com você, por você, por sua causa. Amigo para brigar com você, por você. Para dizer o quanto você é bonito e bater a real de vez em quando. Para incentivar e dizer que você está errado. Para agradecer e pedir desculpa. Para a chateação e para o perdão.
Costuma-se dizer que amigo é a família que a gente escolhe. Jana acha que Deus é quem bota nossos amigos na nossa vida. “Se eu não tivesse reprovado no primeiro vestibular, eu não teria conhecido vocês”, é o que ela fala sobre nossa turma, a Baby Class, que já citei algumas vezes por aqui.
Alan, Carla, Carol, Eduardo, Janaina, Leila, Luciane, Márcia, Saulo, Valnisia e eu nos conhecemos na Universidade Federal de Sergipe, em 1996. Somos todos amigos até hoje. E tudo jornalista. Pedro e Luciano se chegaram no decorrer deste tempo.
Cada um completamente diferente do outro. Como somos amigos até hoje, ninguém sabe. Carol acha que o que nos une é a falta de noção. “Só tem doido aqui”, é como ela nos define. Eu não faço a menor ideia. Mas a gente também não pensa muito nisso.
Bom é saber que a gente tem com quem contar em Aracaju, Brasília, Curitiba, Londres, São Paulo e, a partir de agosto, em Recife. Bom é saber que existe amor emanando nestas direções. Bom é saber que telefone e internet encurtam distâncias e nos dão a certeza de que a amizade continua firme e forte.
Bom é saber que amizades da época da escola continuam até hoje. Meus amigos malucos do Nobel, como Ferreirinha, Joan, Adalberto, George, Emanoel, Pablo e Sócrates. Lívia e Erick, minha dupla de irmãos preferida. E Erick é meu ‘irmão gêmeo’ que, mesmo morando em Roraima, sabia quando eu estava precisando de uma palavra de carinho aqui na terra dos cajus. Saudade de ver Gustavo raciocinando.
Bom é saber que minha amizade serve de força para minha ‘irmã gêmea’, Doroth, que resolveu morar a milhares quilômetros de distância e aguentar o frio de Boston. Admiro esta mulher de coragem.
Bom é saber que, mesmo passando horrores de tempo sem nos ver, basta um telefonema para saber que vai tudo bem com minhas amigas do ginásio, Karine, Danielle e, em especial, minha outra irmã, Daniela.
Bom é saber que chefes e colegas de trabalho também se tornam amigos. Meu guru que foi pro céu Cleomar, Soninha, Claudinha, dona Lígia, Alex, Renato, Simone, Carlos França (meu segundo pai).
Claro que a minha família também é minha amiga, mas hoje é o dia da família que a gente escolhe. E, através destes amigos, quero homenagear todos os outros amigos que cometi a injustiça de não lembrar, de não citar, de não ter foto para colocar, dos que passaram pela minha vida, dos que passei pelas suas vidas, que me acarinharam e que acarinhei, que aprontamos na escola, que não teve raiva de mim apesar de eu ter tocado fogo em seus cabelos, que ajudei e me ajudaram, que amei e me amaram.
Feliz dia do amigo.
p.s: tem mais fotos no Facebook
Amigo para rir com você e um do outro. Amigo para chorar com você, por você, por sua causa. Amigo para brigar com você, por você. Para dizer o quanto você é bonito e bater a real de vez em quando. Para incentivar e dizer que você está errado. Para agradecer e pedir desculpa. Para a chateação e para o perdão.
Costuma-se dizer que amigo é a família que a gente escolhe. Jana acha que Deus é quem bota nossos amigos na nossa vida. “Se eu não tivesse reprovado no primeiro vestibular, eu não teria conhecido vocês”, é o que ela fala sobre nossa turma, a Baby Class, que já citei algumas vezes por aqui.
Alan, Carla, Carol, Eduardo, Janaina, Leila, Luciane, Márcia, Saulo, Valnisia e eu nos conhecemos na Universidade Federal de Sergipe, em 1996. Somos todos amigos até hoje. E tudo jornalista. Pedro e Luciano se chegaram no decorrer deste tempo.
Cada um completamente diferente do outro. Como somos amigos até hoje, ninguém sabe. Carol acha que o que nos une é a falta de noção. “Só tem doido aqui”, é como ela nos define. Eu não faço a menor ideia. Mas a gente também não pensa muito nisso.
Bom é saber que a gente tem com quem contar em Aracaju, Brasília, Curitiba, Londres, São Paulo e, a partir de agosto, em Recife. Bom é saber que existe amor emanando nestas direções. Bom é saber que telefone e internet encurtam distâncias e nos dão a certeza de que a amizade continua firme e forte.
Bom é saber que amizades da época da escola continuam até hoje. Meus amigos malucos do Nobel, como Ferreirinha, Joan, Adalberto, George, Emanoel, Pablo e Sócrates. Lívia e Erick, minha dupla de irmãos preferida. E Erick é meu ‘irmão gêmeo’ que, mesmo morando em Roraima, sabia quando eu estava precisando de uma palavra de carinho aqui na terra dos cajus. Saudade de ver Gustavo raciocinando.
Bom é saber que minha amizade serve de força para minha ‘irmã gêmea’, Doroth, que resolveu morar a milhares quilômetros de distância e aguentar o frio de Boston. Admiro esta mulher de coragem.
Bom é saber que, mesmo passando horrores de tempo sem nos ver, basta um telefonema para saber que vai tudo bem com minhas amigas do ginásio, Karine, Danielle e, em especial, minha outra irmã, Daniela.
Bom é saber que chefes e colegas de trabalho também se tornam amigos. Meu guru que foi pro céu Cleomar, Soninha, Claudinha, dona Lígia, Alex, Renato, Simone, Carlos França (meu segundo pai).
Claro que a minha família também é minha amiga, mas hoje é o dia da família que a gente escolhe. E, através destes amigos, quero homenagear todos os outros amigos que cometi a injustiça de não lembrar, de não citar, de não ter foto para colocar, dos que passaram pela minha vida, dos que passei pelas suas vidas, que me acarinharam e que acarinhei, que aprontamos na escola, que não teve raiva de mim apesar de eu ter tocado fogo em seus cabelos, que ajudei e me ajudaram, que amei e me amaram.
Feliz dia do amigo.
p.s: tem mais fotos no Facebook
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