segunda-feira, 8 de março de 2010

Aurelizando... palavra de hoje: ‘adóóóro’

Quem nunca usou gíria que atire a primeira parada que estiver ao seu alcance. Segundo a Wikipédia, “Gíria, também chamada calão em português europeu, é um fenômeno de linguagem especial usada por certos grupos sociais pertencentes a uma classe ou a uma profissão em que se usa uma palavra não convencional para designar outras palavras formais da língua com intuito de fazer segredo, humor ou distinguir o grupo dos demais criando uma linguagem própria (jargão)”.

Pode-se dizer que alguns grupos ou guetos tem dialetos próprios, quase uma língua. O mundo da moda e da beleza é um exemplo. O mundo feminino entçao, nem se fala. Digo isso porque, muitas vezes, tenho que traduzir o que falo apra os rapazes aqui do trabalho.

Mas o babado é que, às vezes, azamigah usam os lê-lês de forma inapropriada. Então, resolvi apontar algumas de nossas gírias e comentar a aplicação das mesmas, pras rachas não saírem por aí pagando mico ou até king kong.

É a série Aurelizando...

“Adóóóro”: esta é a preferida e agora tem sua verão ‘Dicesariana’, “adóóógo”. Com a língua presa ou não, esta é uma expressão usada para mostrar o quanto você gosta de alguma coisa, que você aceita algum convite para algo que você gosta muito, ou que você ficou surpresa com algo. Ah, os acentos nos ‘o’ são para reforçar a entonação, que é bem aguda.

- Quer chocolate?
- Adóro!

- Amiga, vamos no shopping fazer compras?
- Adóóóóro!

- Filha, trouxe um presente pra você
- Adóóóro
(você abre e tem um jogo completo de pincéis da Sigma MakeUp)
- Adóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóóro!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Mas tem gente que adóra o adóro e fica enfiando a pobre da palavra em qualquer lugar:

- Mulher, bom dia
- Adóro
- Como é que você está?
- Ai, adóro
- Terminou seu relatório?
- Adóóro
- Já que adora, termine o meu também

Escrevendo é outra desgraça. Fale a palavra com vontade, como se tivesse ganhado uma das paletas de sombras de 120 cores da Beauties Factory e preste atenção ao que você vai ouvir. Junto comigo: adóóóóóóóóóóro. Sacou que a sílaba que se extende é ‘do’? Então, por que raios você repete o último o (adorooooooo)? Se ligue na quebrada para não ser xoxada por aí!

Acompanhe o blog que virão outras palavras. Aproveite e mande sua sugestão ou dúvida. Partiu hora do recreio!


sexta-feira, 5 de março de 2010

Rolão

Gente, eu fiquei arco-íris com a roupa do Serginho, mas não tem como não rir do Eliéser.



Vi lá no Kibe Loco


Looks do lançamento de Carregadoras de Sonhos

O lançamento de um filme bonito tem que ter gente bonita. Vamos vê-las? Vem comigo!


A jornalista Leila Soares e sua nova cabeleira; eu; o presidente do Sindijor, George Washington, e camiseta do Rock do Sertão; DJ FM; e o jornalista Tiago Paulino e sua campanha “Volta Belchior que eu tenho medo do Aviões do Forró”


Olha que trabalho bonito! A jornalista Adriana Sangali A-B-A-L-A-N-D-O o Teatro Lourival Batista com essa montação belíssima!


A radialista Elma Santos com seu visual clean mas abalísitco: sapatilha colorida e um tubinho vermelhíssimo


Só as jornalistas: eu, Caroline Santos, Leila, Luciane Dias e Adriana


quinta-feira, 4 de março de 2010

Carregando sonhos

Professoras, mães, filhas, mulheres. Uma rotina difícil, árdua, cheia de restrições e limitações, mas sem deixar de lado a feminilidade, a sensibilidade e tudo que faz o universo feminino tão mágico. O filme documentário Carregadoras de Sonhos, uma iniciativa do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Sergipe (Sintese), teve a direção de Deivison Fiúza e retrata a realidade dura da Educação em Sergipe.


Apesar do tema denso, o filme foi construído com leveza e sensibilidade, misturando realismo e poesia. Apesar de suas personagens contarem suas histórias, o filme foge à fórmula “camera rec on; ‘professora, me conte sua história’”. De acordo com Fiúza, “o filme foi roteirizado, foi criada uma narrativa, mas nenhuma fala foi ‘posta’ na boca das professoras. Tudo que elas disseram foi delas”.


“A nossa intenção não era fazer mais um produto sindical, mas algo que a gente pudesse falar para toda a sociedade, não só para professores. E o resultado foi este belíssimo trabalho”, disse Joel Almeida, presidente do Sintese.

E as protagonistas fizeram bastante sucesso. Não teve como não se apaixonar pelas histórias delas. “Mas é preciso acabar com esta idéia de que magistério é sacerdócio, com essa mania de ver histórias como as nossas e dizer ‘quando quer, faz’. Isso é injusto. Professor precisa ganhar bem, precisa ter qualidade de vida, precisa continuar estudando”, disse a professora Marta, umas das protagonistas.

Confira o trailler



O lançamento acontece no próximo dia 8 de março, às 19h, no Teatro Tobias Barreto.


Enquanto isso, na redação ...

... Rodrigo, aquele da Cúria, marcando uma pauta:

- (...)
- Alô, bom dia, aqui é o Rodrigo. Quem fala?
- (...)
- Mercenas?
- (...)
- Ah, Marcela. Então, Marcela ...

Foi uma bobagem, mas todo mundo caiu na gargalhada


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