segunda-feira, 25 de julho de 2011

Sombra amarela + blush rosa + boca vermelha

Se você gosta de maquiagem não pode ter medo das cores. Acha que a combinação do título não é possível? Veja isso:


O que achou?



Gostou, né?! Então, vamos lá. Passo inicial, preparar a pele, desde limpeza, tonificação e hidratação, a primer, corretivo, base e pó.

No olho, usei uma sombra amarela e cintilante da minha paleta de 120 cores, Set #1, da Beauties Factory, em toda a pálpebra móvel até o côncavo. Como o espaço da pálpebra móvel da minha modelo é grande, fui apenas até o côncavo. Se fosse um pouco menor ou ficasse ‘escondida’ quando abrisse o olho (que é o meu caso), avançaria um pouquinho acima da linha do côncavo e simularia um novo côncavo.





Na pálpebra móvel

Para marcar o côncavo, usei um sombra chumbo, a Indian Girl, da Sigma Makeup. Fiz o ‘v’ no canto externo e, bem de leve, fiz um traçado do canto interno até o centro do olho pelo côncavo. Fiz isso, como já disse, porque tive espaço. O desenho do olho da modelo me permitiu isso. É esse cuidado que temos que ter com tutoriais de maquiagem. Se o seu rosto se parece com o que aparece no tutorial, ótimo. Se os traçados são diferentes, a maquiagem não funciona. Compare e veja o que serve para você. Iluminei logo abaixo das sobrancelhas com um tom pérola da minha paleta Natureza, da Avon.


Para iluminar



Usei lápis preto nos cílios inferiores, na linha d’água e na raiz dos cílios, e esfumei com a Indian Girl.



Depois muito (e muito) rímel preto. Você pode também optar por cílios postiços.


O blush

O blush foi um rosa, da The Color Workshop. E o batom, fiz uma misturinha bem leve. Apliquei uma leve camada do Vermelho 1, da Natura Una, e o Russian Red, da MAC. Fiz esta misturinha para fechar, de maneira bem suave, o Russian Red, porque a modelo, minha irmã, não curte batom super vermelho. Eu curto!

O resultado

Linda, né?!


quinta-feira, 21 de julho de 2011

(meu) Passeio ciclístico pró-ciclovias

O título parece de redação da escola, né?! Kkkkkk bom, no último sábado, dia 16, aconteceu o Passeio Ciclístico Pró-ciclovias. Eu fui, mas cheguei atrasada porque meu papis ficou enrolando no “vô/não vô” e quando resolveu ir, já foi em cima da hora.

Saímos de casa já com 20 minutos de atraso do horário da concentração (marcada para as 14h30, nos arcos da orla de Atalaia) e ainda tivemos que parar para calibrar os pneus das bikes. No caminho, ainda encontramos seu Josué, que também saiu atrasado de casa.


Seu Josué e meu papis
 Nosso percurso começou na Nova Saneamento e, ao chegar na 13 de Julho, optamos por pegar a ciclovia da Delmiro Gouveia para a Orla. A ciclovia da Beira Mar está em reforma. Se a gente tivesse optado por esta última rota, encontraria a trupe do passeio no caminho. Quando chegamos nos arcos, eles já tinham saído há uns 5 minutos e isso de bike dá um bom trecho de distância.

Como meu papis já estava cansando, disse que não sabia qual a rota do passeio e decidimos voltar para casa pela Beira Mar. Voltamos no ritmo dele curtindo nossa bela cidade, como fazíamos quando eu era criança. Todo domingo, saímos passeando de bicicleta, meu pai na barra forte, carregando minha irmã no quadro, meu irmão na BMX e eu na Cecizinha.

Bom, matei minha secura de estrear minha bike nova, que comprei dias antes, a Cibicletinha (em homenagem ao meu sobrinho de 4 anos, que vive cantando “Ela sai de saia, de CIBIcletinha”). É uma Caloi Poti vermelhíssima. Eu estava atrás de uma bike feminina, urbana, com cesta e bagageiro, já que vou usá-la para locomoção mesmo (trabalho, shopping, aqui, acolá...) e preciso carregar coisas (kit banho para o trabalho, compras...).

Lógico que eu queria uma bike com marchas, mas a única que achei na minha pesquisa nesta configuração era muito feia, tosca. Daí, me rendi à Poti. Não a tinha comprado antes porque só encontrava verde. Quando decidi comprá-la, por sorte, tinha chegado a vermelhona na loja.

Troquei a cesta original (muito pequena) por uma enorme, comprei tranca, capacete, elástico de prender coisas no bagageiro (que cabe minha maleta de maquiagem), ganhei espelhinho e sineta (daquelas que faz “trim-trim”, mas vou trocar porque é muito discreta). Minha mamis colocou as flores na cesta, que deu um charme a mais para a bicicleta.

A bike é uma delícia de andar, super confortável, atende minhas necessidade, linda, charmosa. Se você tem pensado em andar de bike, saiba que está na moda. Veja a Marie Claire.

O (mal) traçado em vermelho foi o percurso que a gente fez.

Ah, o Passeio Ciclístico Pró-ciclovias aconteceu sim. E foi lindo. E eu perdi. Mas ganhei uma tarde com meu papis. Bicicleta tem dessas coisas (lindas). Confira o vídeo.



quarta-feira, 20 de julho de 2011

Feliz Dia do Amigo

Como é que uma amizade começa? O que a faz durar? A gente que escolhe o amigo ou o amigo que escolhe a gente? Eu não vou responder a nenhuma destas perguntas. Não saberia como respondê-las. O que sei é que é bom demais ter amigos e está sempre na moda.

Amigo para rir com você e um do outro. Amigo para chorar com você, por você, por sua causa. Amigo para brigar com você, por você. Para dizer o quanto você é bonito e bater a real de vez em quando. Para incentivar e dizer que você está errado. Para agradecer e pedir desculpa. Para a chateação e para o perdão.

Costuma-se dizer que amigo é a família que a gente escolhe. Jana acha que Deus é quem bota nossos amigos na nossa vida. “Se eu não tivesse reprovado no primeiro vestibular, eu não teria conhecido vocês”, é o que ela fala sobre nossa turma, a Baby Class, que já citei algumas vezes por aqui.

Alan, Carla, Carol, Eduardo, Janaina, Leila, Luciane, Márcia, Saulo, Valnisia e eu nos conhecemos na Universidade Federal de Sergipe, em 1996. Somos todos amigos até hoje. E tudo jornalista. Pedro e Luciano se chegaram no decorrer deste tempo.

Cada um completamente diferente do outro. Como somos amigos até hoje, ninguém sabe. Carol acha que o que nos une é a falta de noção. “Só tem doido aqui”, é como ela nos define. Eu não faço a menor ideia. Mas a gente também não pensa muito nisso.

Bom é saber que a gente tem com quem contar em Aracaju, Brasília, Curitiba, Londres, São Paulo e, a partir de agosto, em Recife. Bom é saber que existe amor emanando nestas direções. Bom é saber que telefone e internet encurtam distâncias e nos dão a certeza de que a amizade continua firme e forte.

Bom é saber que amizades da época da escola continuam até hoje. Meus amigos malucos do Nobel, como Ferreirinha, Joan, Adalberto, George, Emanoel, Pablo e Sócrates. Lívia e Erick, minha dupla de irmãos preferida. E Erick é meu ‘irmão gêmeo’ que, mesmo morando em Roraima, sabia quando eu estava precisando de uma palavra de carinho aqui na terra dos cajus. Saudade de ver Gustavo raciocinando.

Bom é saber que minha amizade serve de força para minha ‘irmã gêmea’, Doroth, que resolveu morar a milhares quilômetros de distância e aguentar o frio de Boston. Admiro esta mulher de coragem.

Bom é saber que, mesmo passando horrores de tempo sem nos ver, basta um telefonema para saber que vai tudo bem com minhas amigas do ginásio, Karine, Danielle e, em especial, minha outra irmã, Daniela.

Bom é saber que chefes e colegas de trabalho também se tornam amigos. Meu guru que foi pro céu Cleomar, Soninha, Claudinha, dona Lígia, Alex, Renato, Simone, Carlos França (meu segundo pai).

Claro que a minha família também é minha amiga, mas hoje é o dia da família que a gente escolhe. E, através destes amigos, quero homenagear todos os outros amigos que cometi a injustiça de não lembrar, de não citar, de não ter foto para colocar, dos que passaram pela minha vida, dos que passei pelas suas vidas, que me acarinharam e que acarinhei, que aprontamos na escola, que não teve raiva de mim apesar de eu ter tocado fogo em seus cabelos, que ajudei e me ajudaram, que amei e me amaram.

Feliz dia do amigo.

p.s: tem mais fotos no Facebook


segunda-feira, 18 de julho de 2011

A última saideira, por Cleomar Brandi


No Bar do Camilo, com parte da Baby Class:
Marcita, Jana, Luciano, Junior e eu
 “Um dia, uma noite, algum boêmio sempre pede a saideira e os garçons nunca gostam dessa história. Mas, o certo, é que sempre chega a hora da última saideira. Dessa vez, chegou minha hora, meu último gole.


Eu, pessoalmente, não diria que estou indo contrariado. A hora e a vez de Matagra. Afinal de contas, soube beber com sede de aprendiz o melhor que havia na taça que a vida me ofertou. Uma taça lavrada, rescendendo a conhaque.


Nadei nas águas mornas de Arembepe, conheci Raulzito quando ele ainda se juntava aos seus panteras, com Thildo Gama e outros, vi Caetano, Moraes Moreira, Pepeu no encontro de trios, enquanto o poeta apontava com a mão a Baía de Todos os Santos. Arpoei caramuru, tirei polvo da toca, garanti as moquecas da minha adolescência, fui recordista de natação, ungido por Oxalá.


Numa das muitas farras da TV Caju,
com Claudia e Simone
 Fui bom de porrada, fiz meu nome nas turmas de rua do Lago dos Aflitso, joguei futebol e, nos babas, ganhei o apelido de “Leonam” onde sou conhecido assim até hoje. Fui batizado nos puteiros da Ladeira da Montanha, conheci Mestre Pastinha e Mestre Bimba, vi meu “Bahêêêa” ganhar para o escrete do Santos e Waldemar Santana encher Hélio Gracie de porrada.


Conheci os mistérios dos becos e ladeiras da velha Salvador, fui amigo de Cid Teixeira, Capinam, Guido Guerra e Luis Orlando, encarei dois anos de internamento no Hospital das Clínicas, tive febres diárias, colecionei escaras coloridas, vibrantes e sangrentas, decepcionei laudos médicos, busquei o tempo que eu queria da minha vida.


No lançamento do seu primeiro livro
Os Segredos da Loba, em 2009
 Um dia, uma brisa morna me carregou para o colo da bela Aracaju, onde eu soube ser feliz, no tempo que me restava. Aqui, bebi os melhores conhaques da minha vida, amanheci nas libações madrugadoras com o amigo-irmão José Eduardo Sousa, soube ouvir o violão de Pantera, a melodia de Paulo Lobo, o blues de Soyan, as conversas de Mariano e Bel nas andanças do Imbuaça. Aqui, plantei amigos, colhi irmãos, como o grande parceiro Gilson Sousa. Aqui, ouvi a melodia do Cataluzes, comi o melhor pirão de caranguejo do Pastelão, me fartei dos mistérios culinários da cozinha de Camilo.


Nessa terra, amei mulheres que reverencio até hoje. Fiz poemas para algumas, embriaguei-me com outras. Como esquecer do sorriso de Arlinda, que ganhou o mundo e acabou na Sorbonne? Como esquecer do sorriso sacana de Ana Paula? E os finais de tarde no Mosqueiro? E o chiado da tainha na frigideira do Bar de Nem? E a amizade terna da turma do JORNAL DA CIDADE e da Aperipê TV.

Um velório como queria:
música, Domec e cerveja
Como esquecer da lealdade de meus irmãos a vida inteira? E de Christina Brandi, cunhada que se tornou irmã? E da cumplicidade do irmão Chico Neto, que trilhou a vida inteira os caminhos do bom jornalismo, ético e honesto?


Um dia, o velho barril de carvalho pinga sua última gota de conhaque. E o poeta se despede de tudo, sem tristezas nem vexames. Apenas sabendo que cumpriu seu papel com dignidade, com honestidade e com um brilho de crianças nos olhos.


Quem sabe, eu encontre o amarelo dos girassóis nesse novo caminho?


PS: Os amigos estão convidados para a última saideira no Bar do Camilo, assim que terminar o sepultamento. Já está pago.”

E foi assim que o velho lobo, o grande bruxo do jornalismo, Cleomar Brandi, se despediu. Reservou sua última crônica para uma despedida e mais uma lição de amor à vida.

Foi ele quem, em 2001, me abriu as portas para o mundo mágico da produção de TV, do telejornalismo. Foi ele quem me ensinou a amar incondicionalmente a vida, a dar valor ao que realmente importa: felicidade. Ele que lutou a vida inteira com o câncer com sua grande parceira, a cadeira de rodas, ensinou moleques e marmanjos a superar pequenos e grandes problemas, a valorizar as coisas boas e ignorar a mesquinhez humana.

Nada do que eu diga será capaz de traduzir a magnitude deste ser humano. A única coisa que consigo realmente dizer agora é o que sempre disse para ele: Obrigada, bruxo!

Morre o jornalista Cleomar Brandi

Falece aos 65 anos o jornalista Cleomar Brandi

O lobo descansou

Velório de Cleomar Brandi é marcado por homenagens de amigos e familiares


quinta-feira, 14 de julho de 2011

Abalando no resultado - Lembrancinha da Jully Cosméticos

Depois de alguns dias sem conseguir acessar o Blogspot e Random (e mal o computador), vamos agora ao resultado do sorteio. Lembrando que a primeira linha é sempre do cabeçalho do Google Docs, os números que concorrem são do 2 ao 18.

Vamos lá. O número sorteado foi o:



Que corresponde a:



E a lembrancinha da Jully Cosméticos para Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. Paola, belíssima, te mando já, já um email para você me responder com os dados de entrega.


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